Centenas de milhares de porcos estão sendo enterrados vivos na Coréia do Sul
A Coréia do Sul tem sido fortemente criticada por estar conduzindo um dos atos de maior brutalidade contra animais já visto. Em face a um surto de febre aftosa, o governo está enterrando centenas de milhares ou até um milhão de porcos vivos.
Desde que o primeiro caso da doença foi confirmado, em novembro, o país deu início a um plano de extermínio em larga escala.
A febre aftosa afeta todos os animais com cascos, tais como suínos, bovinos e caprinos, e qualquer país que tenha casos da doença não pode exportar as carnes.
O governo sul-coreano tem se recusado a vacinar porcos contra a doença e agora os está eliminando a uma grande velocidade, apesar dos apelos para que o país cesse esta crueldade.
Só no dia 4 de janeiro, em uma área do estado de Gangwon-Do, 33.900 suínos só foram destruídos, segundo a Organização Mundial de Saúde Animal (OIE).
O custo estimado das operações de extermínio até o momento atinge a casa dos £ 230 milhões, enquanto um programa de vacinação em massa teria um custo estimado de £ 63 milhões.
Ativistas pelos direitos dos animais têm criticado o governo por colocar questões econômicas acima do respeito aos animais. Acredita-se que o extermínio já está ocorrendo desde o natal e que o número de animais mortos deve ultrapassar a marca de um milhão.
O diretor da Compassion in World Farming (CIWF) Philip Lymbery e outras organizações de proteção animal enviaram uma carta à embaixada coreana em Londres pedindo o cessar imediato de qualquer enterro de animais vivos que possa estar acontecendo.
Este extermínio execrável é provavelmente um dos piores casos de crueldade em massa contra animais da nossa história. Está correndo uma petição da Care2 exigindo o fim desta atrocidade.
Inscrições abertas para o curso de culinária vegana
Alan Chaves está de volta com a sua turnê de culinária vegana, apresentando um menu empolgante. Se você quiser mais sobre a turnê ou sobre os participantes, veja o post anterior deste blog.
Abaixo, a ratificação de alguns detalhes para você que quer se inscrever e aprender a preparar maravilhosos (e, pasme, simples) pratos veganos.
Data/horário: 13 de março (sábado) de 2010, às 14h
Local: o chamado “Hare da UFPE”, restaurante que fica bem próximo ao CFCH/UFPE. Veja aqui o mapa.
Forma de pagamento: Pedimos que façam transferência/depósito para a conta do ADA e, em seguida, enviem o comprovante para adarecife@gmail.com. Os dados bancários são: Banco do Brasil | Ag. 3613-7 | C/C 40064-5
O prazo limite para inscrições é na véspera do curso, ou seja, no dia 12 de março. Contudo, recomendamos a inscrição antecipada para garantir a vaga !
Caso tenha qualquer dúvida, é só entrar em contato pelo e-mail adarecife@gmail.com ou pelos telefones 86113848 ou 86342162.
Participe! E chame seus amigos veganos, vegetarianos e onívoros!
Veg Tour 2010
O ano de 2009 foi bem agitado para Alan Chaves, que viajou por 20 cidades das regiões Sul, Sudeste e Nordeste, em seu projeto chamado Vida Vegan VegTour. O jovem chef, que prefere ser chamado de “Ativista Gastronômico” cruzou o Brasil com sua aula de molhos e pastas, demonstrando para um público em sua maioria formado por não-vegetarianos, que pratos que não utilizam produtos de origem animal podem ser práticos, baratos e muito saborosos. Transcendendo os limites da cozinha, Alan realizou aulas e jantares em locais que variavam de universidades de nutrição e restaurantes, até cozinhas domésticas e shows de rock, levando suas preparações à todo tipo de público de forma irreverente e despojada, colecionando novos amigos e simpatizantes do vegetarianismo.
E quem imagina que ele descansaria depois de toda essa aventura, se engana: VegTour 2010 esta aí, para começar o ano com muitas receitas saborosas Brasil a fora.Porém nesta segunda edição a família Vida Vegan aumentou, pois Alan Chaves contará com a ajuda da chef chilena Martha Gonzalez e do fotógrafo Gabriel Soares.
A história de Martha se assemelha muito com a de Alan, que também teve seu contato com vegetarianismo através de bandas que abordavam a temática, tornando-se vegetariana em 2000 e meses depois, vegana. Logo em seguida, Martha começou a fazer seus próprios bolos sem leite e sem ovos, e o desafio se tornou uma paixão. Assim, Martha decidiu estudar confeitaria no Instituto Profissional Diego Portales, ganhando a duras penas o respeito e admiração de seus professores e colegas pela criatividade e capacidade de adaptação de suas preparações. Em Santiago, sua cidade natal, Martha trabalha na única loja vegetariana da capital, chamada Arte Vegetal e também faz doces e salgados por encomenda. Neta e irmã de chefs de cozinha, Martha dá continuidade à paixão de sua família. Assim como Alan, ela acredita em uma cozinha simples e descomplicada, onde todos tenham acesso e obtenham mais autonomia em suas vidas.
Desde que começou a se interessar por fotografia na ESPM, onde é formado, Gabriel Soares já fotografava a banda xAMORx, cujo Alan é baterista. Através da banda, ele se tornou vegano e depois de um tempo assumiu o vocal. A partir de 2007 começou a fotografar as bandas de rock mais seguidamente, dentre elas a banda de Martha, chamada To Feel Alive, onde os três se conheceram e tocaram juntos em um show em Porto Alegre. Gabriel convenceu Alan e Martha que com boas fotos suas preparações ficariam muito mais saborosas, e o registro da viagem muito mais rico, completando assim o trio da nova família Vida Vegan.
Dando continuidade ao objetivo de desmistificar a gastronomia, os jovens chefs definiram um cardápio sofisticado, mas muito simples de executar, com o intuito de aproximar os alunos aos bastidores de um restaurante. Apostando em pratos de verão para incluir cores e sabores que não utilizamos frequentemente na mesa, além da praticidade, refrescância e leveza que esta época nos pede, Vida Vegan apresentará um menu completo com entrada, prato principal, sobremesa e opções de drinks sem álcool.
Todas as aulas terão cobertura fotográfica de Gabriel Soares.
Para mais informações sobre a Veg Tour, acesse: www.cozinheirovidavegan.wordpress.com
O curso chega a Recife no dia 13 de março, sábado. Para informações sobre inscrições, local ou outros detalhes, veja o post acima (mais recente) deste blog!
Palestra “Animais na Imprensa”
Neste sábado receberemos a jornalista Silvana Andrade em Recife, para dar a palestra “Animais na Imprensa”, debatendo a situação atual e ideal da mídia no que diz respeito à cobertura de fatos e estórias que envolvem animais não humanos. Veja abaixo o banner de divulgação e encaminhe-o!
Será um debate muito oportuno para protetores de animais, jornalistas e estudantes universitários, em virtude da larga experiência da área a ser compartilhada pela convidada.
Silvana Andrade é jornalista, vegana e ativista pelos direitos animais, com carreira de 25 anos desenvolvida na imprensa brasileira. Trabalhou como repórter, coordenadora de produção, editora e editora-chefe em redes de TV (Cultura, Record, Manchete, Globo News) e produtoras de vídeo. Atuou também como jornalista em empresas privadas e em órgãos governamentais. Faz também planejamento de estratégias de comunicação interna e externa e cria projetos editoriais para todas as mídias. É a idealizadora e diretora editorial da ANDA (Agência de Notícias de Direitos Animais), a primeira agência jornalística do gênero no mundo. É responsável por propor a ideia do Projeto de Lei 337/2006, que autoriza o Poder Executivo a criar hospitais veterinários públicos no Estado de São Paulo. Faz palestras sobre Comunicação e Direitos Animais.
–
Palestra “Animais na Imprensa” com Silvana Andrade. Sábado, 23 de janeiro, às 10h30. Local: Teatro Joaquim Cardozo (Rua Benfica, 157 – Madalena). Entrada franca.
Adiada a palestra “Animais de rua: tem solução?”
Foi adiada para data ainda não definida a palestra “Animais de rua: tem solução?” que aconteceria nesta quinta-feira (13). Por favor aguardar novo comunicado com mais detalhes. Obrigado pela atenção e desculpem pelo aviso de última hora.
Cine ADA
O Pesadelo de Darwin
(França, 2004. 105min)
Indicado ao OSCAR de Melhor Documentário.
Poderia começar como uma lenda oriunda da África. Nos anos 60, na Tanzânia, a perca do Nilo – um predador adaptável e voraz – foi solta no lago Vitória, como parte de um experimento científico. Com a eliminação das espécies nativas, surgiu uma indústria que exporta filés de perca para a Europa, condenando às populações locais a fome, miséria, e alimentando o tráfico de armas. Agora, pescadores, políticos, pilotos, prostitutas e industriais se tornam vítimas ou cúmplices de um drama que ultrapassa os limites da imaginação.
Dia 08 de junho (segunda) às 12h,
no auditório do Centro de Ciências Biológicas – UFPE.
Comissão aprova projeto que vai na contramão da história
A Lei 9.605, chamada de Lei de Crimes Ambientais, prevê, no seu artigo 32, a criminilização de maus-tratos a animais:
“Art. 32. Praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos:
Pena – detenção, de três meses a um ano, e multa.
§ 1º Incorre nas mesmas penas quem realiza experiência dolorosa ou cruel em animal vivo, ainda que para fins didáticos ou científicos, quando existirem recursos alternativos.
§ 2º A pena é aumentada de um sexto a um terço, se ocorre morte do animal.”
A Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania aprovou, por unanimidade, parecer do deputado Regis de Oliveira (PSC-SP) pela aprovação do PL 4.548/98, que altera o artigo 32 da Lei 9.605/98 e exclui das sanções penais a prática de atividade com animal doméstico ou domesticado. O projeto seguirá para votação em plenário em regime de prioridade. O PL 4.548, que foi rejeitado pela Comisão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, tramita apensado ao projeto 3.981/2000, junto com outras cinco proposições.
Em meio a tantos avanços conquistados nos últimos tempos, o movimento de proteção animal recebeu a notícia com incredulidade. Isto porque, sob o pretexto de não prejudicar as chamadas “tradições culturais”, o projeto 4.548, de autoria do ex-deputado José Thomáz Nonô, equivale a um grande retrocesso em relação à proteção dos animais domésticos e domesticados. Diz o deputado Nonô na justificativa do projeto, que “por todo o país abundam festividades que envolvem animais domésticos ou domesticados, profundamente entranhadas nas tradições e culturas populares, vez que remontam aos primórdios da nossa colonização”. O parlamentar cita como exemplo a vaquejada, a cavalhada, o rodeio e “esportes análogos”, destacando o potencial econômico e de entretenimento de tais práticas.
Justificativa
Diz o relator ao fazer referência ao PL 4.548: “O autor deste projeto esclarece que, por um erro de interpretação da norma contida no art. 32, da Lei nº. 9.605/1998, decisões do Poder Judiciário estão impedindo a realização de eventos regionais, arraigados na cultura popular brasileira, como rodeios, cavalhadas, vaquejadas e a pesca esportiva. As referidas decisões são alicerçadas no entendimento equivocado de que a prática de tais esportes caracteriza crime de abuso e maus-tratos contra animais, tipificado no questionado dispositivo. Estes fatos têm ocasionado prejuízo no conjunto dos valores intelectuais e morais, das tradições e costumes do povo brasileiro”. O relator conclui pelo mérito da proposição dizendo que “tais eventos, além de manter a tradição e proteger a cultura popular, constituem uma importante fonte geradora de emprego e riqueza, principalmente nos pequenos municípios, localizados no interior dos Estados”.
Reação
Para a professora Edna Cardozo Dias, o projeto aprovado na CCJ é inconstitucional. Dias foi responsável por iniciar a luta política, que levou a uma campanha nacional reunindo diversas ONGs e autoridades públicas, pela inclusão dos animais no contexto da Lei de Crimes Ambientais. “Nesta época estávamos todos envolvidos e conseguimos até o apoio internacional da WSPA. Foram 16 anos da minha vida levantando esta bandeira”, comenta. Dias ressalta que a alteração proposta pelo projeto do ex-deputado Thomáz Nonô é um atentado à luta legítima que se travou em direção ao reconhecimento dos animais como sujeitos de direito. “Uma luta que foi o resultado de um processo de evolução do conceito de ética, de moral, de respeito a outros seres,” avalia. Autora de vários livros e artigos, a professora e advogada é autora de diversos pareceres jurídicos apresentados durante a tramitação do PL 4.548/98. Segundo ela, em todos eles os argumentos apontam para a inconstitucionalidade da matéria. “É muito triste ver que os deputados demonstram um total descompasso com a história que norteou a formulação da Lei 9.605. Fica claro que a aprovação desta proposta está vinculada a interesses distantes do compromisso com o desenvolvimento ético, a defesa do meio ambiente e a justiça social do povo. O que se vê é o resultado de acordos para interesses mercantilistas, de forma escusa, para a manutenção de práticas como rodeios, vaquejadas e outras, numa demonstração clara de agressão à Constituição Federal“, conclui. “A mera possibilidade de aprovação do PL 4.548/1998 já me causa pesadelos, visto que seria a perda do muito pouco que todos os animais domésticos e domesticados no Brasil alcançaram na área criminal até agora”, comenta a advogada Cristina Palmer, vice-presidente da ONG Oito Vidas. Segundo ela, a intenção da proposta é, claramente, permitir que as vaquejadas, rodeios e cavalhadas sejam realizadas impunemente. “Embora a 9.605/98 esteja longe de ser perfeita ou adequada, pelo menos hoje, os cavalos, os bois, os bezerros, os gatos e cães se enquadram dentro da denominação domésticos ou domesticados e, tecnicamente, maus-tratos contra esses animais podem ser punidos criminalmente”, avalia. Para o engenheiro Fowler Braga Filho, da instituição Focinhos Gelados, afiliada à WSPA, a aprovação da matéria pela CCJ é vista com pesar. “Se passar no Plenário, vai abrir uma brecha para que as ditas ‘culturas populares’, que trazem tanto sofrimento aos animais, sejam validadas“, afirma.
A julgar pela indignação dos representantes das instituições de proteção animal, esta será mais uma luta encampada para fazer valer o direito à vida, com dignidade, de todos os seres.
Com trechos extraídos de: OLA – Observador da Legislação Animal
http://www.olaonline.org.br/olaonline/joomla/index.php?option=com_content&view=article&id=58
Um abaixo-assinado virtual contra a alteração do artigo 32 da Lei 9.605 já conta com mais de 4500 assinaturas.
Você pode assiná-lo em
http://www.petitiononline.com/artigo32/petition.html
Para isso, complete os espaços de nome e e-mail (exigidos) e comentários e cidade/estado (opcional). Clique em Preview Your Signature e depois em Approve Signature.
Extermínio de cães e gatos em recife é manchete no Diário
A denúncia feita pelo ADA resultou em matéria no Diário de Pernambuco.
Vale lembrar que o foco na problemática só foi possível depois de chamar a atenção da sociedade com o movimento Recife contra a Carrocinha e o protesto feito em dezembro em frente a prefeitura.

http://www.diariodepernambuco.com.br/2009/04/21/urbana6_0.asp
maiores informações sobre o movimento: www.naoprecisomorrer.com<img

A MIRAGEM DO MAR
Em A Miragem do Mar, o comandante Jacques-Yves Costeau traça um panorama geral dos oceanos do planeta, mostrando sua beleza natural, suas riquezas e tragédias. Será o mar uma fonte inesgotável de alimento e combustível para o homem? Costeau teme que a resposta seja negativa. Segundo ele, a enorme multidão de seres vivos que compõem o maravilhoso mundo marítimo está ameaçada. A cada ano, mais espécies desaparecem pela mão do homem, que transformou a pesca em um negócio extremamente rentável. Outro tipo de devastação é provocado por acidentes com navios que carregam petróleo, responsáveis pela destruição de zonas costeiras outrora belas e férteis. Mesmo assim, o mar resiste, encantando os que se aproximam de suas surpreendentes formas de vida, sua incrível flora, ou da imensidão de seu deserto azul. 1992. 48 min.




